Armando Soares #39: Resposta de um produtor rural ao desrespeito e injúria da escola de samba Imperatriz Leopodinense em forma de poema

O amigo Evaldo Pinto enviou-me com a seguinte mensagem: linda resposta em forma de poema de um produtor rural ao desrespeito e injúria que a escola de samba Imperatriz Leopodinense irá fazer de forma generalizada aos produtores rurais deste país”.

Repasso com muito prazer e honra aos meus amigos e produtores rurais e ao presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará, Carlos Xavier para que possa ser divulgado em todo o Pará.

Tola Imperatriz!!!

Diz que samba mata fome

E que o agro contamina.

O que ela não sabe,

É que nós usamos botina

Pra alimentar a passarela

Enquanto ela

Do alto do seu império

Rumina só despautério!

A escola tagarela.

 

Na letra do samba enredo,

Um texto desinformado!

Quem ainda da Mata aqui

É somente o criticado.

Já viu uma mulata na Mata?

E Abre alas no campo?

Já viu baiana de bota

Já viu bicheiro santo?

 

A Mata mata a mulata

Sambista não safrista

Mas o convite tá feito:

Venha aqui bater no peito

Quem entende de natureza

Falar de sua beleza

No samba lá do Império

É um monte de impropério

Pra fazer dinheiro fácil!

Sai daí do seu palácio,

Ouça o samba do campo

Caia na nossa folia,

Ela começa todo dia

Ao raiar do sol nascente

Nos lançamos a semente

Você tempera com sal.

Esse é o nosso carnaval

Que honramos defender

É só pra você saber

Imperitriz Leopodinense!

Aqui quem luta e quem

Vence

 

Por fim

Desça daí do seu topo

Do seu carro alegórico,

Segundo contou o Esopo

Sobre a história de nós dois

A sua é feita de samba

A nossa é feita de garra

Sem querer fazer intriga

Mas o agro é a formiga

E você é a cigarra!!

 

Itapuã Messias

*Todo conteúdo da postagem é de responsabilidade de seu autor.

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