Desvendando o Agronegócio

Na semana passada em Nova Iorque, (22 novembro), as Nações Unidas através da FAO – Food & Agriculture Organization, lançou o Ano Internacional da Agricultura Familiar em 2014. Esses esforços fazem parte da pauta pós 2015 do programa Fome Zero. A agricultura familiar no mundo não pode ser vista somente como uma questão de pequenas propriedades versus as grandes, pois encontramos inúmeras famílias dirigindo propriedade de alta escala, assim como temos pequenas, em sua grande maioria da mesma forma.

large_24278A FAO calcula em torno de 500 milhões de propriedades rurais no mundo, na categoria de familiares e de pequena escala. Onde os dramas são maiores, o interior da África se destaca, exatamente pelas questões de recursos, acesso a tecnologia, e questões políticas. A importância do programa é significativo, pois toda a questão, por exemplo, dos hortifrutis, dos tomates, da cebola, do pimentão e do alface, residem na organização mercadológica e na política de abastecimento desses pequenos produtores, geralmente dispersos e necessitados de programas de governança inteligentes e de cooperativismo.

Uma volta ao campo podemos ver quando mesmo em países ricos, a situação econômica recrudesce, muitos buscam no interior formas econômicas de vida; vemos isso na Grécia, Espanha, Portugal recentemente. E, aqui, no Brasil, uma mudança ocorre, com um retorno ao interior, a um novo campo. Essa proposta da FAO objetiva segurança alimentar, segurança social e efeitos concretos nos recursos naturais do planeta. 2014: Ano Internacional da Agricultura Familiar.

Fonte: tejon.com.br (José Luiz Tejon)

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Rodrigo Fraoli – CEO Ruralbook / Designer / Especialista em MKT Digital para o Agronegócio.

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