Exportações de suínos aumenta mais de 70% em um ano

Exportações atingem recorde

De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) com a baixa na produção de suínos na China, em decorrência dos casos de Peste Suína Africana (PSA), o país vem elevando o volume importado das proteínas brasileiras. Considerando-se a carne suína in natura, especificamente em maio, a receita em Reais auferida pelos exportadores foi a maior da série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em outubro de 2002.

Três fatores segundo pesquisadores do Cepea contribuíram para o resultado recorde em maio: o maior volume embarcado, a valorização da proteína e a alta do dólar. Vale ressaltar que o preço mais elevado da carne que é exportada eleva a atratividade do mercado internacional frente a do doméstico. Conforme a Secex, o Brasil exportou 58,1 mil toneladas de carne suína in naturaem maio – o maior volume desde agosto de 2017, quando as aquisições totalizaram 58,9 mil toneladas. O resultado de maio representa avanços de 14% frente ao de abril e de 41% em relação ao de maio de 2018.

Em relação ao preço pago pela proteína brasileira, houve alta de 5% de abril para maio, a US$ 2,27/kg (R$ 9,06) no último mês. Em relação a maio ao ano passado a carne exportada está 11% mais cara, em termos nominais. O montante gerado com as exportações de carne suína in natura em maio, por sua vez, foi de R$ 526,32 milhões, recorde na série histórica da Secex, 22% superior ao de abril e 73% maior do que o de maio/18.

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