Grandes Oportunidades: CAQUI

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Fonte: Google

Principais estados produtores: SP, RS e MG totalizam 86% do volume total comercializado no País (Prohort).
Principais variedades: Rama forte, taubaté, giombo, fuyu e kyoto.
Do campo à mesa: Colheita de 4 a 5 anos após o plantio, no caso de mudas enxertadas. A vida útil após a colheita varia de 5 a 15 dias, dependendo da temperatura durante o armazenamento.
Calendário de colheita: De janeiro a maio em todas as regiões produtoras.
Clima ideal: Subtropical, com temperaturas mais amenas e volumes significativos de precipitações no período de desenvolvimento dos frutos. Em algumas regiões se faz necessária a irrigação.

REGIÕES E CALENDÁRIO DE PRODUÇÃO: O plantio é realizado por mudas e o manejo exige apenas cuidados básicos, como o controle de daninhas, pragas e doenças. A colheita ocorre de janeiro a maio nas três regiões, o que minimiza a necessidade de irrigação, já que o desenvolvimento dos frutos ocorre em meses de índices pluviométricos mais elevados. Assim, o manejo do caqui é considerado pouco trabalhoso por produtores.

RENTABILIDADE: O caqui é considerado uma cultura rentável, apesar de variar bastante. Pesa sobre a rentabilidade o fato de a cultura ter um calendário de colheita bastante restrito e, por isso, pode ter os resultados negativamente impactados em casos de aumento nos plantios ou em anos de supersafra. Além disso, o fato de ser uma fruta de comércio basicamente nacional (devido à sua perecibilidade), não há mercado externo para auxiliar no escoamento do excesso de oferta.

DESAFIOS: Entre os principais desafios da produção de caqui está o tempo da formação de pomar, que é relativamente longo (de 4 a 5 anos) e o curto período de comercialização após a colheita. Como o tempo de prateleira é relativamente baixo, há necessidade de climatização das frutas e também de um bom desempenho logístico para diminuir as perdas.

OPORTUNIDADES: O manejo relativamente simples é uma oportunidade de produção, já que a utilização de defensivos é baixa e os tratos culturais são básicos. Seria interessante aumentar as opções de industrialização, já que permitiria escoar as frutas fora do padrão de qualidade, além de contribuir para um maior controle da oferta no mercado de mesa.

VOCÊ SABIA? As variedades rama forte e taubaté possuem a polpa mais mole e maior quantidade de taninos, o que pode causar a sensação de adstringência quando consumidas mais verdes. Por isso, devem ser consumidas mais maduras!

Fonte: CEPEA – ESALQ/USP

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