Veja quais são os municípios campeões em casos de ferrugem asiática

A primeira colocação é de um município que registrou quase 3 vezes mais ocorrências da doença que o segundo colocado nesta safra e há 4 anos lidera com mais casos no país!

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Se existe um ranking ruim para se estar é o de mais casos de ferrugem asiática, do Consórcio Antiferrugem. E pior do que estar nele é liderá-lo com mais casos há quatro anos, como é caso de Chapadão do Sul, em Mato Grosso do Sul. Nesta safra o município registrou 32 casos da doença, contra 12 ocorrências do segundo colocado. Mas porque será que há esta discrepância entre o primeiro e o segundo colocados? A Fundação Chapadão, órgão de pesquisa do estado, tem uma boa explicação!

Casos totais no Brasil

Até esta quarta-feira, dia 17, o Brasil registrou 365 casos de ferrugem asiática no país, menos que os 643 da temporada anterior. O estado que registrou mais casos foi o Rio Grande do Sul, com 127 casos da doença, o maior volume desde a safra 2010/2011. No ano passado os gaúchos também haviam tido muitos casos e mais uma vez lideraram o ranking do país.

O segundo estado com mais casos é o Paraná, com 58 ocorrências, seguido de perto pelo Mato Grosso do Sul, com 54 registros.

Municípios com mais casos

Se por um lado o Mato Grosso do Sul perde para o Paraná em número de casos, entre os municípios que mais ocorrências reportaram o destaque negativo fica no estado, Chapadão do Sul, com nada menos que 32 casos da doença. E não é a primeira vez que a cidade lidera este ranking, em 2017/2018 ele registraram 65 casos da doença, em 2016/2017 tiveram 36, em 2015/2016 – 15 casos. Ou seja há quatro safras lideram com mais casos.

Mas se isso parece muito ruim, há uma explicação plausível, garante a Fundação Chapadão, importante órgão de pesquisa de Mato Grosso do Sul. Segundo o pesquisador em Fitopatologia da Fundação Chapadão Alfredo Dias, o número está atrelado ao bom monitoramento feito pelos produtores da região.

“A Fundação Chapadão recebe um grande número de amostras de folhas para serem analisadas. E com isso conseguimos identificar muitos pontos da doença, proporcionando boa precisão para determinar a incidência na região”, explica. “Claro que temos o problema, porém não gera impacto econômico, já que temos um bom monitoramento e um bom manejo”, conta Dias.

Sozinho o município de Chapadão do Sul relatou mais casos que quase todos os estados, exceto o Rio Grande do Sul e o Paraná: Em Mato Grosso (31 casos), Goiás (21), Bahia (15), Rondônia (13), o Piauí (11), Minas Gerais (11), Santa Catarina (10), ou São Paulo (9), Maranhão (2), Tocantins (2), Pará (1).

Fonte: Canalrural

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