Queda de produtividade expõe que o pasto mal manejado gera prejuízo contínuo ao produtor.

Nos últimos ciclos produtivos, a pastagem degradada voltou ao centro das discussões no agronegócio brasileiro, especialmente nas regiões pecuárias do Centro-Norte. Produtores rurais passaram a perceber que a queda no ganho de peso animal, o aumento de custos e a perda de eficiência do rebanho estão diretamente ligados ao manejo inadequado do pasto, problema que se agravou por causa do clima irregular e da ausência de planejamento técnico.
Dentro da porteira, a pastagem segue como a principal base da pecuária nacional. Ainda assim, por muitos anos, o desgaste do solo e das forrageiras foi tratado como um problema secundário. No entanto, os dados mais recentes revelam outra realidade: pasto degradado reduz a capacidade de suporte, compromete a nutrição animal e pressiona o custo por arroba produzida.
Na prática, a degradação acontece de forma silenciosa. Às vezes, o produtor mantém o rebanho na área acreditando que o desempenho segue normal, apesar disso, os índices zootécnicos caem gradualmente. Como resultado, o impacto financeiro surge no médio prazo, seja na reposição mais cara, seja na queda da produtividade por hectare.
Somado a isso, fatores como superpastejo, ausência de adubação e falhas no manejo aceleram o processo de degradação. A menos que sejam adotadas práticas como correção de solo, rotação de pastagens e planejamento forrageiro, o sistema se torna cada vez menos eficiente, comprometendo a rentabilidade da atividade.
Diante desse cenário, recuperar pastagens deixou de ser custo e passou a ser investimento estratégico. Acima de tudo, trata-se de uma decisão que fortalece o caixa da fazenda, melhora o bem-estar animal e contribui para a sustentabilidade do agronegócio brasileiro.
Ao final das contas, a pastagem degradada custa caro porque consome resultado todos os dias. Planejar o uso do solo, assim como investir em manejo adequado, tornou-se uma das principais defesas do produtor rural em um mercado cada vez mais exigente.
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Fontes
Principais fontes utilizadas para compor a matéria:
Ruralbook News / Embrapa / CNA
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Jornalismo Ruralbook
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